
O que de "melhor" se passa no nosso País, fundamentalmente na Educação!!!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Bom 2012
Bom 2012 para todos!!!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Se calhar também nunca aconteceu...
Provavelmente isto não aconteceu nesta escola, nem em escola nenhuma... Pelo menos é o que as mentes iluminadas gritam aos quatro ventos!!!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
Grande imagem!!!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Isto é que é estudar!!!

É mais uma história de sucesso do Programa Novas Oportunidades, o tal programa tão elogiado pelo primeiro-ministro. Um programa que conduzirá Portugal ao primeiro lugar mundial nas estatísticas sobre Educação. Agora, ficamos a saber que Pedro Póvoa, atleta de Taekwondo, vai entrar em Medicina sem nunca ter posto os pés numa escola secundária. Desta forma, o Governo manda uma mensagem a todos os jovens portugueses: não é preciso estudar Biologia nem Química para entrar em Medicina. Nem é preciso frequentar o ensino secundário durante 3 anos. Bastam 6 meses no Nova Oportunidades. E a Ordem dos Médicos fica calada? Está revoltado? Não vale a pena revoltar-se. Não queira ser apelidado de 'pessimista de serviço'!
Já se sabia que o Nova Oportunidades está a dar diplomas do ensino secundário à velocidade da luz. Ficamos agora a saber que há quem veja nele o caminho mais curto para ser médico. Já tinhamos engenheiros civis sem Matemática e Física do secundário, economistas sem Matemática e linguistas sem Latim. Agora passamos a ter médicos que tiraram o 12º ano em 6 meses. Estudar Biologia? Para quê? Química? Não é preciso! Matemática? É chato!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Avaliação dos professores - Opinião de uma advogada
Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc.
A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?
Será???!!!
Já agora...
Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governantes...
Lena Fraga




















